A medida deve garantir remuneração de até dois salários mínimos, no máximo, por empregado (R$ 2.090).

Todavia, só vai entrar em vigor em cerca de duas semanas (15 de abril), após a publicação de uma medida provisória.

O financiamento terá carência de seis meses e um prazo de mais 30 meses para pagamento.

O custo será de 3,75% ao ano, igual à taxa básica de juros (Selic).

A empresa não é obrigada a reduzir a remuneração dos funcionários a dois salários mínimos e pode, portanto, arcar com o valor restante, que não será financiado.

“Vai estar no contrato que essas empresas não podem demitir esses funcionários por dois meses”
“E o dinheiro vai direto para a conta do funcionário. Não passa pela empresa, que fica só com a dívida”

Os bancos serão os responsáveis pela concessão do crédito. As empresas interessadas devem, portanto, procurar a instituição financeira como qual têm relacionamento para ter acessos aos recursos.

Apesar das condições especiais anunciadas pelo governo, os bancos poderão usar modelos e políticas de crédito próprias.